Entenda como ter um sistema médico adequado às novas normas LGPD

Sistema médico adequado a LGPD: entenda a importância!

O sistema médico da sua clínica ou hospital funciona de acordo com as normas da LGPD? Essa pergunta é muito importante, uma vez que o prazo para as empresas de todos os segmentos se adequarem às novas regras já acabou.

A partir de agosto de 2021, as organizações que não estivessem seguindo essas normas poderiam sofrer penalizações severas. 

Como estamos em janeiro de 2022, se seu sistema ainda não opera de acordo com as novas regras, sua clínica ou hospital pode levar multas e advertências a qualquer momento.

Portanto, o mais recomendado pelos órgãos públicos e especialistas da área é que os profissionais responsáveis pela instalação ou manutenção dos sistemas de gestão médica verifiquem se o programa utilizado está adequado à LGPD.

Se sim, ótimo! A operação pode seguir normalmente. Se não, é fundamental que o software gestão clínicas médicas seja atualizado – ou, quem preferir, também pode trocar a versão utilizada por um software de outro fornecedor que já siga as normas da LGPD para a área da saúde.

Esses que estão atualizados são softwares mais completos e seguros, os quais vão ajudar a clínica ou o hospital a permanecer dentro da lei. 

O custo-benefício é ótimo, ainda mais quando comparado ao valor da multa da LGPD (que pode chegar na casa das centenas de milhares de reais).

Mas, afinal, quais são as novas normas LGPD? Como um novo sistema para clínica médica pode ajudar? A seguir, saiba mais algumas informações importantes sobre o tema para evitar transtornos no futuro.

Explicaremos o que é LGDP, qual o impacto da lei na área da saúde, como alguns sistemas para clínicas atuam em relação às novas normas e onde encontrar um de qualidade para trocar o seu agora mesmo.

Acompanhe!

Sistema médico adequado à LGPD: tudo que você precisa saber sobre

A área da saúde lida com dados em massa todos os dias, além de estar cada vez mais digitalizada. Isso porque os profissionais da área precisam das informações dos pacientes para ajudá-los com suas condições.

Por outro lado, esses dados circulam por toda a estrutura de hospitais, clínicas e operadoras de saúde, o que preocupa os órgãos relacionados à proteção de informações – ainda mais nessa era em que cada vez mais processos da área de saúde estão sendo automatizados e otimizados com ajuda da tecnologia. 

Por este motivo, surgiu a LGPD: uma lei que visa garantir a segurança das informações em todos os setores da economia, incluindo a área da saúde, de forma que não sejam usadas indevidamente. 

Com o surgimento dessa lei, os consultórios, clínicas, hospitais e operadoras de saúde precisam resguardar esses dados dentro das melhores políticas de segurança da informação.

Somente assim elas estarão seguindo as exigências da LGPD e permanecerão dentro da lei que foi aprovada em setembro de 2020 e concedeu um prazo de quase um ano para que as organizações se adequassem às novas regras.

Uma das formas de atendê-la na área médica é atualizando ou trocando de sistema de gestão – afinal, esses softwares armazenam e movimentam milhares de dados por dia.

Saiba mais sobre a lei e os softwares médicos adequados à LGPD. 

Quais as novas da LGPD?

A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, surgiu para regulamentar a coleta e armazenamento de dados pelas empresas. Ao contrário do que muitos pensam, ela não proíbe essas atividades, mas apenas define algumas regras importantes.

A principal delas é que nenhuma empresa poderá ter e tratar dados pessoais sem o aviso prévio e consentimento do paciente, especialmente no segmento da saúde.

Ou seja, agora é fundamental ter a permissão da pessoa para a coleta e uso dessas informações – a qual deve ser informada sobre o motivo da coleta e para que a empresa usará aquelas informações. 

Outro ponto importante é que, caso o dado seja de um menor de idade, a LGPD exige que o uso e armazenamento deles deve ser autorizado pelos seus responsáveis. 

Nestes casos, o responsável ainda pode solicitar alterações, exclusões e complementações das informações. E o mais importante: as empresas precisam proteger ao máximo esses dados, evitando furtos e vazamento de informações. 

A empresa que violar essas normas pode sofrer penalidades severas, como o pagamento de multa que pode chegar a R$50 milhões e outras sanções administrativas pesadas.

Qual o melhor sistema médico que atua de acordo com a LGPD?

Diante das penalizações e importância da proteção de dados pessoais e sensíveis, fica evidente que ter um software médico ultrapassado não é uma boa ideia. 

O mais recomendado é buscar por aqueles que já sigam as novas normas, para evitar transtornos – como o da MDMED.

Sendo assim, especialistas indicam que os consultórios e clínicas, principalmente, busquem por sistemas com segurança máxima na proteção das informações dos seus pacientes, que ainda ofereça uma administração com controle de acessos e logs, por exemplo.

O ideal é que o software seja 100% seguro contra invasões e vazamentos, tenha controle de quem está acessando cada informação e muito mais. 

Onde encontrar uma solução completa e tecnológica como essa? 

Na MDMED, é claro! Acesse nosso site e confira o sistema médico MDMED, uma opção segura, de extrema confiança e funcionalidade. 

Estamos há anos no mercado, oferecendo desde sempre o que há de mais moderno e seguindo todas as atualizações exigidas.

Conte conosco para a proteção de dados da sua clínica ou consultório médico! 

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