A telemedicina é um avanço tecnológico na área da saúde que tem sido muito utilizado no contexto atual da pandemia do novo coronavírus. O principal objetivo dessa prática é oferecer determinados serviços e diagnósticos a distância, facilitando alguns processos e possibilitando atendimentos virtuais. 


Continue lendo esse artigo para descobrir mais sobre esse recurso, como utilizá-lo e por que está sendo cada vez mais aderido por médicos, clínicas e hospitais.


O que é telemedicina?


A telemedicina é um recurso que possibilita a comunicação entre médicos e pacientes por meio de atendimentos virtuais. Além disso, favorece a troca de informações entre os profissionais da saúde, viabilizando a transferência de laudos, diagnósticos e exames de maneira digital, assim como o recebimento de análises e emissão de receitas. 


De acordo com a regulamentação da Portaria 467/2020 do Ministério da Saúde, estão autorizados os atendimentos médicos a distância durante a pandemia do novo coronavírus, especificamente nas modalidades de atendimento pré-clínico, suporte assistencial, consulta, monitoramento e diagnóstico.


Práticas para um bom atendimento médico a distância


Os profissionais da saúde que forem utilizar a telemedicina devem ser treinados e garantir que todas as informações entre médico e paciente permanecerão em sigilo, assim como nos atendimentos presenciais. 


É recomendado utilizar um software para o agendamento da teleconsulta, em que o paciente será identificado na agenda e receberá um e-mail com as instruções, termos de aceite, opções de pagamento, etc. Também é possível enviar receitas por meio de SMS.


Para começar a teleconsulta, basta acessar a agenda, selecionar o paciente e entrar na sala de vídeo já pré-criada. É possível enviar o link do vídeo por e-mail ou Whatsapp para o cliente. É necessário manter sempre o histórico e registro de novos atendimentos.


Apesar de muitos avanços, a telemedicina ainda apresenta limites. Para exames físicos, como avaliação de reflexos neurológicos e exame ginecológico, por exemplo, é inviável o atendimento.


Além disso, é necessário saber lidar com pessoas que não são familiarizadas com o digital e orientá-las durante a consulta, indicando o direcionamento da câmera, por exemplo, em casos em que precise visualizar uma lesão ou outras áreas.


Antes da consulta, deixe bem claro que, dependendo da avaliação final, sempre há possibilidade do paciente precisar fazer outro atendimento presencial. Em casos de urgência, por exemplo, ele deve ser encaminhado a um hospital. 


Controle de dados de pacientes


O teleatendimento facilita o arquivamento e a segurança dos dados dos pacientes, pois as informações ficam armazenadas nos servidores de softwares especializados e podem ser acessadas a qualquer momento. Além disso, após o consentimento do paciente, a consulta fica gravada (opcional) e ambos podem utilizar as informações.


Lembrando também que os hospitais e clínicas devem se atentar a Lei Geral de Proteção de Dados que define várias diretrizes e cuidados que uma empresa precisa ter ao armazenar, organizar e tratar os dados de seus clientes.



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